16 de janeiro de 2012

Sons dos Golfinhos!!!!



Os sons dos animais é sempre algo que me chama a atenção...
 Mas os sons dos golfinhos possuem uma magia inigualável!
Estes animais possuem uma energia de paz e tranqüilidade que contagiam a todos que deles se aproximam.  Não me espanta nada a sua utilização nos processos terapêuticos e gostaria que todos no mundo tivessem a oportunidade de estar bem perto deles ao menos uma vez na vida, principalmente as crianças e jovens com os quais trabalho em meu consultório.


O treinados do “Dolphin Island” em Punta Cana na República Dominicana falou sobre o trabalho que realizou no México com crianças com distúrbios neuromotores, sobre os estudos relaizados quanto ao efeito dos sons destes amimais e de como o trabalho era importante para está população.



Eu alimentava este sonho desde a infância... Afinal sou da geração do “Flipper” e posso dizer que ouvir a vinheta deste seriado e o som dos golfinhos é como voltar no tempo e voltar e me sentir criança. E... como acredito que é desta minha "criança livre" que retiro a energia e a criatividade para trabalhar: 2012 será um ótimo ano!!!!!! 
Reparto com todos a energia positiva e alegria que senti em viver estes momentos!!!

3 de janeiro de 2012

Improvisação e Musicoterapia

“Toda a criatividade é, até certo ponto, uma forma de improvisação e toda a improvisação é, até certo ponto, uma forma de criatividade. Contudo, uma diferença essencial entre criatividade e improvisação é que, enquanto um compositor cria uma composição com uma lógica interna própria, um músico de jazz improvisa blues baseado numa progressão estandardizada de padrões harmónicos."1 ( Gordon p. 373).
No atendimento de Musicoterapia a improvisação é uma técnica muito usada e traz ganhos significativos para pacientes com diagnóstico variados.
Como muitos pacientes que buscam o tratamento musicoterapeutico apresentam distúrbios de comunicação e de linguagem, o uso do recurso pré- verbal,  presente nas atividades de improvisação livre, possibilita uma forma de expressar e elaborar  conteúdos internos.
Embora pareça uma atividade muito simples a improvisação livre requer habilidades arrojadas do sistema nervoso central, uma grande dose de criatividade e, se for praticada em grupo, capacidade de se perceber e perceber o outro.

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